Ias. Jornadas ISPGaya

Uma das abordagens interessantes nestas jornadas ocorreu em torno do papel do serviço social face à transformação do mundo e do país em sociedades urbanas, onde confluem sentimentos e visões contraditórias, mas decisivamente onde a individualização das práticas sociais, a solidão do ser conjugando o sindrome da insegurança (muitas vezes fruto do virtual, dos média), implica uma viragem paradigmática na abordagem do serviço Social.
Bom, direi, e no final do ano sairá mais sustentada em livro, que o serviço social tem de revolucionar as suas práticas, retirando o excessivo tecnocracismo em prole da dimensão do ser,ser ponte, ou seja de ajudar os indivíduos, os grupos e as cidades, na reconstrução dos laços, das identidades, do sentido de pertença e de comunidade, na refundação em redes, na era das Redes, da segurança perdida, pela individualização e pela solidão.

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